Avaliação da durabilidade de tintas à base de lama vermelha por meio do teste de intemperismo natural

Autores

  • Jean Carlos Bernardes Dias Universidade Federal de Viçosa
  • Leonardo Gonçalves Pedroti Universidade Federal de Viçosa
  • José Maria Franco de Carvalho Universidade Federal de Viçosa
  • Ricardo André Fiorotti Peixoto Universidade Federal de Ouro Preto
  • Márcia Maria Salgado Lopes Universidade Federal de Viçosa
  • Hellen Regina de Carvalho Veloso Moura Universidade Federal de Viçosa
  • Júlia Lopes Figueiredo Universidade Federal de Viçosa

DOI:

https://doi.org/10.46421/enarc.v9i1.6609

Palavras-chave:

tintas ecológicas, resíduos, Sustentabilidade

Resumo

O Brasil possui grandes reservas de bauxita, com 2,6 bilhões de toneladas e produção anual superior a 46 milhões de toneladas. A extração de alumina gera a lama vermelha, um resíduo que, se descartado inadequadamente, pode prejudicar a saúde e o meio ambiente. A utilização desse resíduo em novos produtos é uma alternativa sustentável. Sendo assim, este estudo avalia a produção de tintas ecológicas, utilizando lama vermelha como pigmento, água como solvente e resina PVA como ligante. Variou-se as proporções desses componentes (lama vermelha 25-35%, água 55-70%, resina 10-15%) e avaliou-se a durabilidade das tintas por meio de resistência ao intemperismo natural ao longo de seis meses de exposição. A tinta com melhor durabilidade é composta de 25% de lama vermelha, 65% de água e 10% de resina, com variação de cor de aproximadamente 2%. Os resultados mostram o potencial da lama vermelha no aproveitamento do resíduo.

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Publicado

11/08/2025

Como Citar

Dias, J. C. B., Pedroti, L. G., Carvalho, J. M. F. de, Peixoto, R. A. F., Lopes, M. M. S., Moura, H. R. de C. V., & Figueiredo, J. L. (2025). Avaliação da durabilidade de tintas à base de lama vermelha por meio do teste de intemperismo natural. ENCONTRO NACIONAL DE APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS NA CONSTRUÇÃO, 9(1), 1–6. https://doi.org/10.46421/enarc.v9i1.6609