Aire para Quienes Más lo Necesitan:

El Kit de Pozo de Ventilación y la Búsqueda de Habitabilidad en las Periferias

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.46421/encacelacac.v18i1.7317

Palabras clave:

Ventilación Natural, Simulación computacional, Políticas públicas, Desempeño térmico, Mejoras Habitacionales

Resumen

El estudio investiga la eficacia del Kit Pozo de Ventilación del Programa Periferia Viva! del Ministerio de las Ciudades como estrategia para mejorar la habitabilidad en unidades habitacionales beneficiadas con asistencia técnica en vivienda de interés social (ATHIS), en São Luís (MA). La metodología incluye simulaciones computacionales que comparan el Porcentaje de Horas dentro del Rango de Temperatura y la Temperatura Operativa Máxima (Tomáx) de las unidades habitacionales con y sin el dispositivo, utilizando el software EnergyPlus. Los resultados indican que la ventilación promovida por el pozo reduce la Tomáx hasta en 2,3°C y aumenta en más del 20% el porcentaje de horas dentro del rango de Temperatura Operativa. La investigación resalta el potencial del uso del pozo de ventilación como una estrategia eficiente para mejorar el desempeño térmico de viviendas con espacios confinados en el contexto de la Zona Bioclimática 8.

Biografía del autor/a

João Vitor Lopes Lima Farias, Universidade de Brasília

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (FAU/UnB), é especialista em Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística (Reabilita), oferecido pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, atua como consultor técnico para o Ministério das Cidades e para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).Estagiou no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (2022/2023), no Banco Central do Brasil (2021) e na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal - CODHAB (2020). Como pesquisador, é associado ao Laboratório de Sustentabilidade Aplicado à Arquitetura e ao Urbanismo (LaSUS), com estudos focados em sustentabilidade, acessibilidade e desempenho energético. Colaborou com o Grupo de Pesquisa e Extensão Periférico na organização e diagramação do livro "RESIDÊNCIA EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE (CTS)HABITAT, AGROECOLOGIA, ECONOMIA SOLIDÁRIA E SAÚDE ECOSSISTÊMICA: INTEGRANDO PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO". Também atuou no Subcomitê de Infraestrutura no planejamento da gestão do espaço físico nas etapas de retomada das atividades acadêmicas e administrativas da Universidade de Brasília e contribuiu para a publicação do "Guia Metodológico para Avaliação de Ambientes de Ensino Pós-Covid: Estudo de Caso FAU/UnB", pela Editora UnB.Tem interesse nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Sustentabilidade, além de desenvolver pesquisas e materiais relacionados a design gráfico, simulação computacional do ambiente construído, BIM, conforto térmico e luminoso.

Larissa Lopes Marreiros, Univerisade de São Paulo

Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na FAU Universidade de São Paulo

Juliana Andrade Borges de Sousa, Universidade de Brasília

Professora adjunta do departamento de Tecnologia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasilia (UnB). Arquiteta e Urbanista graduada pela Universidade de Brasília. Cursou o programa de Master of Science do Politécnico de Turim, na Itália (2007-2009). Mestre e Doutora pela FAU/UnB , com estudos desenvolvidos na área de iluminação natural. É professora da Pós-Graduação Lato Sensu Reabilita (FAU-UnB). Atuou no mercado de consultoria em Conforto Ambiental de 2011 a 2022. Foi sócia-diretora da empresa Quali-A Conforto Ambiental e Eficiência Energética de 2013 a 2018, onde coordenou consultorias para sustentabilidade e eficiência de empreendimentos imobiliários em todo o país e implementou o primeiro OIA (Organismo de Inspeção Acreditado pelo Inmetro) para emissão da Etiqueta PBE Edifica no Centro-Oeste. Desenvolveu consultorias voltadas para adequação climática de projetos de grande porte, incluindo aeroportos, hospitais, edifícios corporativos e diversas áreas urbanas.

Marta Adriana Bustos Romero, Universidade de Brasília

Graduação pela Universidad de Chile e pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1978), Especialização em Arquitetura na Escola de Engenharia, USP de São Carlos (1980). Mestrado em Planejamento Urbano pela Universidade de Brasília (1985) e Doutorado em Arquitetura - Universitat Politecnica de Catalunya (1993), Pós Doutorado em Landscape Architecture na PSU (2001). Atualmente é professora Titular da Universidade de Brasília, Pesquisador Colaborador Sênior e Professora Emérita da mesma Universidade. Posição 3.370 entre as cientistas mais influentes na Latin America Top 10.000 Scientists AD Scientific Index 2021 (Alper-Doger Scientific Index). 3er Lugar Pesquisador Destaque - Prêmio FAPDF 2022. Pesquisadora e bolsista do CNPq desde 1994, PQ nível 1 de 2006 até 2020. Coordenou a implantação do Departamento de Tecnologia (1987) e do atual curso de Mestrado (1994) e do Programa de Doutorado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Brasília (2002). Chefe de Departamento de tecnologia 1987/88-1989/90 e coordenadora do PPGFAU em 1994. Presidente do Primeiro número experimental do Periódico PARANOÁ Cadernos de Arquitetura e urbanismo - No 1 de janeiro de 2003. Coordenadora do primeiro Escritório Modelo - CASAS criado para elaboração de projetos de inserção social dos alunos da FAUUNB (2002). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes campos: tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo, sustentabilidade, urbanismo sustentável, bioclimatismo, desenho urbano, espaço público, e arquitetura e clima. Nesses campos, publicou e organizou os seguintes livros e coletâneas: Princípios Bioclimáticos para o Desenho Urbano (1988, 6a ed. 2016); Arquitetura Bioclimática do Espaço Público (2001, 4a ed. 2015); Indicadores de Sustentabilidade Urbana (2007); Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística (2009, 2a ed. 2015); Tecnologia e Sustentabilidade para a Humanização dos Edifícios de Saúde (2011); Arquitetura do Lugar. Uma visão bioclimática da Sustentabilidade em Brasília (2011); Reabilitar o Urbano (2012); Revista Paranoá n6. (2012); Anais do Congresso PLURIS2012 (2012; com V. Pazos); Universidade nos Quatro Cantos. Planos Diretores Urbanísticos dos Campi da Universidade de Brasília (2012; com C. Silva e V. Pazos); Tecnologia e Sustentabilidade para a Humanização dos Edifícios de Saúde. 2. ed. Brasília: FAU, UNB (2016; com G. Sales e E. Teixeira). Líder do Grupo de Pesquisa A Sustentabilidade em Arquitetura e Urbanismo. Principal pesquisadora do Laboratório de Sustentabilidade Aplicada a Arquitetura e ao Urbanismo LaSUS o qual iniciou em 2007. Coordena Curso de Especialização à Distancia, Lato Sensu "Reabilita - Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística", hoje na sua 11 edição. Coordenadora brasileira do Consórcio de Cooperação Bilateral USA/Brasil - USBUFC, Capes/Fund for the Improvement of Postsecondary Education-Fipse 2002 2006 e 2008-2012. Foi coordenadora da pesquisa em parceria com a Coordenação do Sangue do Ministério da Saúde para a reabilitação ambiental de edifícios da Hemorrede do Brasil. Coordenou a elaboração dos Projetos Diretores Urbanísticos para os Campi Gama e Ceilândia da UnB.

Citas

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ABNT NBR 15575. Edifícios Habitacionais de até Cinco Pavimentos – Desempenho:

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Portaria nº 899, de março de 2022 - Divulga o resultado do processo de seleção de propostas do Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional.

Publicado

2025-08-16

Cómo citar

LOPES LIMA FARIAS, João Vitor; LOPES MARREIROS, Larissa; ANDRADE BORGES DE SOUSA, Juliana; ADRIANA BUSTOS ROMERO, Marta; CERQUEIRA PAZOS, Valmor. Aire para Quienes Más lo Necesitan: : El Kit de Pozo de Ventilación y la Búsqueda de Habitabilidad en las Periferias. In: ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 18., 2025. Anais [...]. [S. l.], 2025. DOI: 10.46421/encacelacac.v18i1.7317. Disponível em: https://eventos.antac.org.br/index.php/encac/article/view/7317. Acesso em: 3 may. 2026.

Número

Sección

4. Desempenho Térmico do Ambiente Construído