Espacio urbano y envejecimiento
Entre islas de accesibilidad y el derecho a la ciudad
DOI:
https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.7932Palabras clave:
islas de accesibilidad, personas mayores, derecho a la ciudad, planificación urbana, ciudades inclusivasResumen
Los centros urbanos contemporáneos enfrentan desafíos crecientes asociados con el crecimiento y el envejecimiento de la población, lo que requiere repensar la planificación urbana desde una perspectiva inclusiva. Esta investigación se basa en la comprensión de la ciudad como un espacio plural, compuesto de múltiples capas, destacando aquí la ciudad inclusiva para todas las edades. En este nivel, el derecho a la ciudad está directamente relacionado con la movilidad sin barreras, el uso y apropiación de los espacios urbanos y la participación social activa. El estudio revela las islas de accesibilidad como una estrategia adoptada en la planificación urbana de la ciudad inclusiva, evaluando su potencial para garantizar —o, paradójicamente, limitar— el derecho a la ciudad de la población mayor. La investigación, incluida en la revisión de la literatura de una tesis en curso, utiliza un enfoque cualitativo basado en el análisis teórico y la síntesis. Si bien las islas de accesibilidad representan un paso adelante en materia de inclusión, también pueden perpetuar la segregación al restringir la accesibilidad a áreas específicas y localizadas en lugar de integrarla de manera amplia y fluida. Este hallazgo refuerza la necesidad de repensar las políticas urbanas desde una perspectiva universal e integradora, sugiriendo para futuras investigaciones sobre accesibilidad urbana y envejecimiento, un análisis en profundidad de los impactos de la implementación de esta estrategia en el contexto urbano y social.
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