Espacios libres y zonas verdes para la calidad de vida
Desafíos y potencialidades en Teresina, Piauí, Brasil.
DOI:
https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.7935Palabras clave:
Salud, Calidad de Vida, Espacios Libres, Zonas VerdesResumen
El bienestar en las zonas urbanas estuvo siempre ligado a la existencia y calidad de las zonas verdes y a sus múltiples usos, ya sean por sus valores históricos, ambientales, sociales o culturales. Para este trabajo se analizaron las zonas verdes de las zonas norte y este de Teresina – Piauí – Brasil, centrándose en criterios beneficiosos para la salud física y mental, como: proximidad a paisajes acuáticos, posibilidad de ejercicio verde y confort térmico. En total, se estudiaron 24 parques urbanos y 121 plazas, a través de revisión bibliográfica, visitas de sitio y mapeo digital, en los que se identificaron aspectos positivos, como potencial para nuevos proyectos que enfoquen las relaciones de la comunidad con el paisaje natural; y negativos, como la falta de mantenimiento de los espacios públicos y la deficiente planificación de zonas verdes de tamaño satisfactorio.
Citas
AGUIAR, B.; SOARES, E. SANTOS, E. SOUSA, G. Guia didático de árvores do parque zoobotânico de Teresina (PI). Teresina, PI: SEMAR, EDUFPI, 2014.
ALVARES, L. C.; DIAS, P. L. C. Novos Cadernos NAEA. v. 11, n. 2, p. 123-138, dez. 2008.
ASSIS JUNIOR, W. R. A. Desenvolvimento sustentável e exercício físico: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 8, n. 1, p. 01-19, 2025.
BARGOS, D. C.; MATIAS, L. F. Áreas verdes urbanas: Um estudo de revisão e propostas conceituais. Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (REVSBAU), Piracicaba – SP, v. 6, n. 3, p.172-188, 2011.
BARTON, J., PRETTY, J. What is the Best Dose of Nature and Green Exercise for Improving Mental Health? A Multi-Study Analysis. Environ. Sci. Technol, v. 44, p. 3947–3955, 2010. DOI: 10.1021/es903183r. PMID: 20337470.
BRASIL. Resolução Conama n.º 369, de 28 de março de 2006. Dispõe sobre os casos excepcionais, de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental, que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente APP. 2006.
CHIABAI, A. QUIROGA, S. MARTINEZ-JUAREZ, P. SUAREZ, C. DE JALÓN, S. TAYLOR, T. (2020). Exposure to green areas: Modelling health benefits in a context of study heterogeneity. Ecological Economics, 167, 106401. 2020.
COSTA, C. S. Áreas Verdes: um elemento chave para a sustentabilidade urbana. Arquitextos, São Paulo, v. 11, 2010, 126 p.
FELIPE, J. RODRIGUES, M. FERREIRA, A. FONSECA, E. RIBEIRO, G. ARANA, A. Physical activity and environment: the influence of urban green spaces on health. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 25, p. 305-309. São Paulo: 2019.
FREITAS, C. História de Teresina. Teresina: Fundação Cultural Mosenhor Chaves, 1988.
HANSMANN, R., HUG, S. M., SEELAND, K. Restoration and stress relief through physical activities in forests and parks. Urban Forestry & Urban Greening 6 (pp. 213–225), 2007.
HARTE, J. L.; EIFERT, G. H. The effects of running, environment, and attentional focus on athletes’ catecholamine and cortisol levels and mood. Psychophysiology, v. 32, n. 1, p. 49–54, 1995.
LIMA, A.M.L.P. CAVELHEIRO, F. NUCCI, J.C. SOUSA, M A L B. FIALHO, N.O. PICCHIA, P.C.D. Problemas de utilização na conceituação de termos como espaços livres, áreas verdes e correlatos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARBORIZAÇÃO URBANA, 2, 1994. São Luís, MA. Anais do Congresso Brasileiro de Arborização Urbana. São Luís: UEMA/EMATER-MA, 1994. p. 539-553.
LIMA, S. M.; GARCEZ, D. S. Áreas verdes públicas urbanas e sua relação com a melhoria da qualidade de vida: um estudo de caso em um Parque Ecológico Urbano na cidade de Fortaleza (Ceará, Brasil). Revista Brasileira de Ciências Ambientais, n. 43, p. 140-151, 2017.
LONDE, P. R.; MENDES, P. C. A influência das áreas verdes na qualidade de vida urbana. Hygeia. v. 10, n. 18, p. 264-272, jun., 2014.
LOPES, W.G. R.; MATOS, K. C.; MESQUITA, L. F. R. Reflexões sobre a importância dos espaços livres urbanos e de sua apropriação pela população: estudo na cidade de Teresina, Piauí. Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades. v. 12, n. 86, p. 146-163, 2024.
MACEDO, S. Espaços Livres. Paisagem Ambiente: Ensaios. São Paulo – São Paulo, n. 7 p. 15 - 56 jun. 1995.
MATOS, K.C. VELOSO, M.D. A Paisagem das Águas: A Percepção dos Usuários Como Subsídios para a Elaboração de Diretrizes Urbanísticas para as Margens dos Rios Poti e Parnaíba e seu Entorno (Teresina-PI). Paisagem e Ambiente: Ensaios. n.23. p. 222 – 230. São Paulo, 2007.
RAMOS, L. MATOS, A. JESUS, L. CONDE, K. Distribuição socioespacial de praças urbanas: análise reflexiva para maior equidade na oferta de espaços livres públicos da Grande Cobilândia, Vila Velha (ES). Paisagem e Ambiente: Ensaios, São Paulo, v. 33, n. 49, 2022.
ROBBA, F. MACEDO, S. Praças Brasileiras. São Paulo: EDUSP, 2003.
TERESINA. Prefeitura Municipal de Teresina: Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação. História de Teresina. Teresina, 2025.
THE TRUST FOR PUBLIC LAND. Parks on the clock: why we believe in the 10-minute walk. 2016. Disponível em: <https://www.tpl.org/blog/why-the-10-minute-walk>. Acesso em: 02 abr. 2025.
WHYTE, W. The social life of small urban spaces. 7ª impressão. New York, NY: Project for Public Spaces, 2010.
WORLD HEALTH ORGANIZATION, Constitution of the World Health Organization. New York, 22 jul. 1948.
WORLD HEALTH ORGANIZATION EUROPE, Environment and Health, 2023. Disponível em: <https://www.who.int/europe/health-topics/environmental-health#tab=tab_1>. Acesso em 02 abr. 2025.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 ENCUENTRO LATINOAMERICANO Y EUROPEO SOBRE EDIFICICACIONES Y COMUNIDADES SOSTENIBLES

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.