Confort térmico en viviendas autoconstruidas para la calidad ambiental de ciudades y comunidades sostenibles
DOI:
https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.8004Palabras clave:
autoconstrucción, confort térmico, simulación por computadora, calidad ambiental, comunidades sosteniblesResumen
El trabajo investiga el impacto de intervenciones simples y de bajo costo en la envolvente de viviendas autoconstruidas en Nova Iguaçu, RJ, con el objetivo de mejorar el confort térmico de familias de bajos ingresos, especialmente frente a las olas de calor cada vez más frecuentes. Utilizando simulaciones por computadora con el plugin Honeybee y el software EnergyPlus, se analizaron ocho escenarios diferentes de composición de paredes y techos, incluyendo el uso de pintura blanca y materiales aislantes. Los resultados mostraron que la aplicación de pintura blanca en superficies externas proporcionó una reducción significativa de la temperatura interna, y fue considerada la solución económicamente más viable e inmediata para la realidad local. El modelo compuesto, que combinó varias estrategias, presentó la mayor reducción de temperatura (4,21°C con relación al modelo de referencia), destacando el potencial de las soluciones integradas, aunque su adopción está limitada por cuestiones financieras. El estudio destaca la importancia de pequeñas intervenciones para promover el confort térmico en viviendas asequibles y refuerza la necesidad de políticas públicas que incentiven mejoras en la construcción asequible, contribuyendo a la salud y el bienestar de los residentes de estas comunidades.
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