De los galpones a los espacios libres
Un ensayo sobre áreas degradadas de la Avenida Brasil, Río de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.8008Palabras clave:
Áreas degradadas, Galpones subutilizados, Zona Franca Urbanística, Espacios libres, Unidad de PaisajeResumen
Las transformaciones en el paisaje deben estar guiadas por el cuestionamiento de lo que se percibe. ¿Lo que se presenta representa el deseo de quienes allí viven? ¿Y si ese deseo revela la voluntad de tener espacios que no caben físicamente en el entorno construido? Esta es una situación recurrente en ciudades con suelo densamente urbanizado, donde no existe espacio libre para construir lo nuevo. Este ensayo analiza una región donde hay escasez de espacios libres y la existencia de áreas degradadas. El área de estudio se localiza en la ciudad de Río de Janeiro, teniendo a la Avenida Brasil, perteneciente a la BR 101, como elemento orientador. La región de interés ingresó recientemente en la Zona Franca Urbanística, que recibirá incentivos para la construcción de edificios residenciales. La investigación utilizó el método de Compartimentación en Unidad de Paisaje (UP) para analizar las organizaciones y características espaciales, con el fin de identificar lotes subutilizados con vocación para transformarse en espacios libres, preferentemente, vegetados. A partir de estos análisis, se realizó la aproximación en una UP. Se identificaron dos lotes desocupados y tres galpones con posibilidad de demolición parcial o total para dar lugar a espacios libres, de ocio y/o de infraestructura urbana.
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