La influencia de las áreas verdes urbanas y el movimiento activo en la calidad de vida

una revisión integradora

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.8021

Palabras clave:

Áreas verdes, Mobilidade ativa, Bem-estar, Sustentabilidade

Resumen

El acelerado proceso de urbanización en Brasil ha agravado los problemas ambientales y sociales, especialmente en las ciudades medianas y pequeñas, donde falta infraestructura adecuada para viajes sostenibles. En este contexto, este estudio tiene como objetivo analizar, a través de una revisión bibliográfica sistemática, el papel de las áreas verdes y el paisajismo urbano en la promoción de la movilidad activa en las ciudades brasileñas. La investigación adopta un enfoque cualitativo, de carácter exploratorio y descriptivo, y utilizó bases científicas como Capes Periódicos (Plataforma CaFe) y Scielo para seleccionar estudios publicados entre 2020 y 2024. El análisis temático de los diez artículos elegibles reveló que la presencia y calidad de áreas verdes, combinadas con aceras accesibles y carriles bici bien planificados, favorecen la caminata y la bicicleta, contribuyendo a la salud, el bienestar y la sostenibilidad urbana. También se identificaron desigualdades en acceso territorial, género e ingresos, que afectan la efectividad de estas infraestructuras. Se concluye que la articulación entre infraestructura verde y movilidad activa es estratégica para alcanzar los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS 3, 11 y 13), y es necesario fortalecer políticas públicas integradas, basadas en evidencia, que consideren la justicia socioespacial y la participación ciudadana en la planificación urbana.

Biografía del autor/a

Paulo Henrique Barros Macedo, Universidad Federal de Tocantins

Estudiante de Maestría en Ciencias Ambientales del Programa de Posgrado de la
Universidad Federal de Tocantins (Palmas - TO, Brasil).

Gabrielly Cristiny Martins Maia, Universidad Federal de Tocantins

Estudiante de Maestría en Ciencias Ambientales del Programa de Posgrado de la
Universidad Federal de Tocantins (Palmas - TO, Brasil).

Márcio Trevisan, Universidad Federal de Tocantins

Doctorado en Ciencias Ambientales por la Universidad Federal de Tocantins (Palmas - TO, Brasil). Profesor Permanente del Curso de Postgrado en Ciencias Ambientales - Universidad Federal de Tocantins (Palmas - TO, Brasil).

Citas

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

BARRETO, L.; PORTO, T. Mobilidade urbana, acessibilidade e segurança no trânsito para população idosa em Montes Claros – MG. Revista Cerrados, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/cerrados/article/view/1383

BEZERRA, L. et al. Expansão urbana e mobilidade: estudo de caso em Patos. Research, Society and Development, 2021. Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/5769/576960996012/576960996012.pdf

BRASIL. Ministério das Cidades. Política Nacional de Mobilidade Urbana – Lei n. º 12.587, de 3 de janeiro de 2012. Brasília: Diário Oficial da União, 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm

BRASIL. Presidência da República. Estatuto da Cidade – Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001. Brasília: Diário Oficial da União, 2001. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm

CALLIL, V.; COSTANZO, D.; SHIRAISHI, J. Bike-sharing e desigualdades: os casos de São Paulo e do Rio de Janeiro. Cadernos Metrópole, São Paulo, v. 26, n. 60, p. 685–706, maio/ago. 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cm/a/yVQWWG8Xx3VxppfxbrhbLFh/

CAMPOS, J. C. B. et al. Proposta de avaliação da qualidade de vida e do bem-estar em áreas verdes urbanas. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 21, n. 3, p. 97–115, jul./set. 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ac/a/mY5QXQLGMYPRv7JSqp6MnbB/

CANALI, F. et al. Eixos de mobilidade urbana e a (re) configuração do uso do solo e da densidade urbana. Arq.Urb, v.31, 2021. Disponível em: https://revistaarqurb.com.br/arqurb/article/view/520

CRUZ, S. S.; PAULINO, S. Formas de ensinar a partir da abordagem sobre sustentabilidade e mobilidade urbana. SciELO Preprints, 2021. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/2741

FARIA, G. G. de; TONETTI, E. L.; JORGE, F. V. Deslocamento não motorizado na área central de Paranaguá (PR) Brasil: uma contribuição à mobilidade na cidade. Cidades Verdes, v. 10, n. 26, 2022. ISSN 2317-8604. Disponível em: https://www.periodicos.capes.gov.br/index.php/acervo/buscador.html?task=detalhes&source=all&id=W4293062714

FERREIRA, A. C. S.; SANTOS, M. A. A. Paisagismo e mobilidade ativa: caminhos para a sustentabilidade urbana. Cadernos Metrópole, São Paulo, v. 22, n. 48, p. 421–440, 2020.

FLORINDO, A. A. et al. Como melhorar a mobilidade ativa em São Paulo, Brasil? Inquérito com lideraças de organizações não governamentais e com gestores públicos e privados. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 48, p. 106–121, 2024. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/2024.v40n5/e00117323/pt/

FRUEHAUF, F. et al. A relevância da infraestrutura verde na paisagem urbana: uma contribuição aos serviços ecossistêmicos. Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes, v. 10, n. 28, 2022. Disponível em: https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/3402?utm_source=chatgpt.com

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Características dos deslocamentos pendulares e uso de transporte público. Estudos e Pesquisas, 2020.

LEÃO, A. L. F. et al. Walkability variables: an empirical study in Rolândia – PR, Brazil. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 475–488, abr./jun. 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ac/a/LLgrhFGHhwyMM3KF77zjy9r/

LEITE, C.; AWAD, J. C. M. Cidades Sustentáveis, Cidades Inteligentes. Porto Alegre: Bookman, 2012. Disponível em: http://www.casoi.com.br/hjr/pdfs/cidadessustentaveis.pdf

LONDE, A.; MENDES, E. Qualidade ambiental das áreas verdes urbanas na promoção da saúde: o caso do Parque Municipal do Mocambo em Patos de Minas/MG. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2016. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/34968

MARCHIORO, M.; PETRY, C. Possibilidade de natureza no meio urbano através do paisagismo: áreas verdes em cidade de pequeno porte – Nova Araçá, Rio Grande do Sul. Conjecturas, v. 22, n. 8, 2022. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Claudia-Petry/publication/361516535_Possibilidade_de_natureza_no_meio_urbano_atraves_do_paisagismo_areas_verdes_em_cidade_de_pequeno_porte_-_Nova_Araca_Rio_Grande_do_Sul/links/62e74b099d410c5ff3795a1f/Possibilidade-de-natureza-no-meio-urbano-atraves-do-paisagismo-areas-verdes-em-cidade-de-pequeno-porte-Nova-Araca-Rio-Grande-do-Sul.pdf

MARQUES, C. O potencial das avenidas de fundo de vale para receber a infraestrutura verde-azul. Revista Labverde, 2017. Disponível em: https://revistas.usp.br/revistalabverde/article/view/132769

MEYER, R.; LEITE, C. A cidade caminhável: planejamento urbano e desenho de espaços públicos para a mobilidade a pé. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, Campinas, v. 19, n. 1, p. 65–82, 2017.

MONTEIRO, A. C. B. et al. Infraestrutura verde e promoção da saúde: revisão integrativa da literatura. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 28, n. 1, p. 287–302, 2019.

OLIVEIRA, J. D. de; BIONDI, D.; REIS, A. R. N. dos. The role of urban green areas in noise pollution attenuation. DYNA, Medellín, v. 89, n. 220, p. 210–215, jan./mar. 2022. Disponível em: http://www.scielo.org.co/scielo.php?pid=S0012-73532022000100210&script=sci_arttext&tlng=en

ONU. Organização das Nações Unidas. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis. 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/11?afd_azwaf_tok=eyJhbGciOiJSUzI1NiJ9.eyJhdWQiOiJicmFzaWwudW4ub3JnIiwiZXhwIjoxNzQ3ODM5NDk3LCJpYXQiOjE3NDc4Mzk0ODcsImlzcyI6InRpZXIxLWI4OTQ2ZGY0Ni1oNWpodyIsInN1YiI6IjIwMC4xMjkuMTc3LjEzMCIsImRhdGEiOnsidHlwZSI6Imlzc3VlZCIsInJlZiI6IjIwMjUwNTIxVDE0NTgwN1otcjFiODk0NmRmNDZoNWpod2hDMUdSVTVheWcwMDAwMDAwYmNnMDAwMDAwMDBjeHh1IiwiYiI6IlE5Q251aFV2MThBUmxsTUpwX0h0eEVPbFlUdEg0ZzV5LWcybmpMQ1p4UGMiLCJoIjoialZnbHlySUZBekpLZ0ZoYmRkUjFaRzZPTEpVMzhYU2c1TVYxMVY4TFNJQSJ9fQ.lTzO5fYwgMa3MwKZc4UDwMXWf7dXxTrrcxFaSW16bm0KfkYtPxsIPOJwov0zYdLXPpnZXyDFZ8RPLEQqig1cGZMieJECs1tP22F47HSQV3HAXf9YYDKzw6fKgMG4pAlz--Edpkt7jwHZZ2hpVaQBjahwlDvMCj-CHlwtMPw-tffaOaWZeKijCM0AsQ4lx2AQfRvgfTDXj-2KrxytMQRIFwAslBQhrWvfi-hw4_2aUn0XTXJ18-_aecCCEMTYvd_7KNZ5y5kI8JGykZs1Po8h3spCQSF57PJO9DvIcZVWl8i2kHk50cZUbM5xEEDNborriXqUHWpX3S1T_aZGTRZvyg.WF3obl2IDtqgvMFRqVdYkD5s

PAIVA, R. et al. Valor da preservação das áreas verdes urbanas: análise através do método de valoração contingente. Diversitas Journal, 2021. Disponível em: https://www.diversitasjournal.com.br/diversitas_journal/article/view/1774

REYES RODRÍGUEZ, C. F. et al. Análisis de la temperatura superficial en las áreas verdes de la ciudad de Durango, Durango. Revista Mexicana de Ciencias Forestales, v. 15, n. 81, p. 83–109, 2024. Disponível em: https://cienciasforestales.inifap.gob.mx/index.php/forestales/article/view/1432

SILVA, I. M. dos S. et al. O uso de jardins verticais em fachadas nos grandes centros urbanos: impactos estéticos e climáticos. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v. 7, n. 3, p. 103104–103112, nov. 2021. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/39154

Publicado

2025-12-22

Cómo citar

Macedo, P. H. B., Maia, G. C. M., & Trevisan, M. (2025). La influencia de las áreas verdes urbanas y el movimiento activo en la calidad de vida: una revisión integradora. ENCUENTRO LATINOAMERICANO Y EUROPEO SOBRE EDIFICICACIONES Y COMUNIDADES SOSTENIBLES, 6(1), 1–10. https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.8021