Los impactos de la Agenda 2030 en la elaboración de los planes directores brasilenõs
DOI:
https://doi.org/10.46421/euroelecs.v6.8015Palabras clave:
objetivos de desarrollo sostenible, agenda urbana, planificación urbana, Planes Directores, Agenda 2030Resumen
Basándose en la relevancia política de las ciudades frente a los actuales acuerdos globales, este artículo cuestiona si los planes directores de las capitales brasileñas han adoptado los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS), incorporándolos como directrices para la elaboración del instrumento de planificación urbana local. Se analizaron cualitativamente los planes aprobados después de 2016, cuando la Agenda 2030 ya estaba en vigor, verificando la presencia de menciones a ella o a los objetivos en el contenido de los planes. Los resultados muestran que solo cinco de las dieciséis capitales analizadas (Belo Horizonte, Natal, Palmas, Río de Janeiro y São Paulo) mencionan explícitamente la Agenda 2030 o los ODS, y aun en estos casos la profundidad de la integración es diversa. Se concluye que la mayoría de los planes no presenta una referencia formal a la Agenda, lo que puede representar un obstáculo para la implementación y el seguimiento de los compromisos globales, incluso cuando los principios del Estatuto de la Ciudad se alinean indirectamente con los ODS.
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